Exemplo de uma folha de obra

Relatório

Protocolo de comunicação de dados

Podemos definir um protocolo de comunicação de dados como um conjunto de regras que controla a comunicação para que ela seja eficiente e sem erros.

Um dos objetivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.

O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de seqüência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e checagem do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários a uma boa transmissão.


PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)

O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitetura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.


IP

IP é o protocolo não orientado a conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.


ENDEREÇO IP

ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Em uma rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP.
O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.


IP FIXO

IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registrado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.


IP DINÂMICO

IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar a rede.
Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um usuário se conecta a Internet.


Obs.: o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, gerará um conflito de rede.


TCP

TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado a conexão, ou seja, efetua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até o destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.


UDP

UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado a conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.


ICMP

ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tampouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.


GATEWAY

Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquiteturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.

É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.


DNS – Domain Name Sistem:

Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Você já conhece vários endereços de máquinas na Internet. Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando você entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efetuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.

Endereçamento IP

Cada dispositivo conectado a uma rede TCP/IP é identificado por um único endereço IP. Se um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto é, como o valor decimal de cada octeto (oito bits ou um byte) do endereço separado por um ponto.

Exemplo de endereço IP: 192.168.1.100

Como os endereço IP identificam dispositivos numa rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.
Embora um endereço IP tenha um único valor, ele contem dois tipos de informação identificador de rede e identificador de host do seu computador.


Identificador de rede - dentifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interligação de redes.

Identificador de host - identifica uma estação de trabalho, um servidor, um router ou outro TCP/IP numa rede. O endereço de cada dispositivo deve ser exclusivo para aquele identificado na rede.


Um computador conectado a uma rede TCP/IP utiliza o identificador de rede e de host para determinar que pacotes devem receber ou ignorar, bem como determinar o escopo (alvo/objectivo) das suas transmissões (apenas comutadores com o mesmo identificador de rede aceitam mensagens de difusão ao nível IP entre si).
As redes que se conectam à internet publica devem obter um identificador de rede oficial do centro de informações de rede Internet (inter NIC, internet, Network information Center) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.
Após receber um identificador de rede, o administrador da rede local deve atribuir identificadores de host exclusivos para os computadores da rede local. Embora as redes privadas que não estejam conectadas à Internet possam utilizar seu próprio identificador de rede, obter um identificador de rede válido no inter NIC permitirá que uma rede privada seja conectada à Internet no futuro, sem atribuir um endereço novamente.


A comunidade Internet definiu classes endereço para acomodar redes de tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.
A tabela abaixo resume a relação entre o primeiro octeto de um determinado endereço, e seus campos de identificação de rede e de host.
Identifica também o número total de identificadores de rede e de host para cada classe de endereço que faz parte do esquema de endereçamento da Internet. Este exemplo utiliza w.x.y.z para designar os bytes do endereço IP.





Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0
Os endereços de classe B tem os dois bits de mais alta ordem 10
Os endereços de classe C tem os três bits de mais alta ordem 110


Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três números indicam a máquina. Cada endereço classe A consegue endereçar até 16.777.214 máquinas.
P.Ex: 124.95.44.10
124.96.40.23
124.99.33.15






• Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois demais identificam a máquina. Esse tipo de endereço consegue endereçar até 65.534 maquinas em uma rede.
P.Ex: 151.10.13.28
151.10.40.11
151.10.44.15






• Classe C: Os três primeiros números identificam a rede, o último indica a máquina. Com isso consegue-se endereçar até 254 máquinas.
P.Ex: 201.110.213.28
201.110.213.29
201.110.213.30





Máscaras de Sub-Rede

As máscaras de sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de pacotes IP distingam o número do identificador de rede do endereço IP do host.
Por exemplo, quando o endereço IP é 194.157.57.27 e o host e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.

Como a classe de um host é facilmente determinada, configurar um host com uma máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes locais. Às vezes, apenas parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas alguns bits para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de rede.





As máscaras de rede padrão são:

• Classe A: 255.0.0.0

• Classe B: 255.255.0.0

• Classe C: 255.255.255.0


Regras básicas para endereçamento IP

Existem algumas regras gerais que devem ser seguidas quando se aplica endereços a host ou redes, principalmente se este host ou essa rede se encontram ligadas à Internet.

Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.

Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão limitada de Protocolo de gestão de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.

O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast (é um endereço IP que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS, redes de computadores e sub-redes).

O endereço 0 (todos os bits off) também não deve ser usado, ele interpretado como endereço de rede somente.

- O endereço de um host deve ser único para uma rede.

CRIAR UMA REDE LOCAL COM UM CABO CRUZADO (CONFIGURAÇÕES)

Este método permite apenas criar uma rede com 2 computadores.

1- Temos que ter 2 computadores, com uma placa de rede instalada em cada um, ter instalado o Sistema Operativo (Neste exemplo WIN XP) e um cabo cruzado.

2- Ligamos as duas placas de rede dos computadores através do cabo cruzado.

3- Vamos ao ícone Os meus locais na rede e escolhemos a opção Configurar uma rede de pequeno escritório ou doméstica.

4- Seguinte e novamente Seguinte

5- Caso o seu assistente tenha localizado hardware desligado terá que seleccionar a caixa que diz “Ignorar hardware de rede desligado” e depois clique em Seguinte.

6- No método de ligação terá que seleccionar o tipo de rede que pretende implementar.




Se pretender partilhar o acesso à Internet nesta rede terá que seleccionar no computador que está ligado ao modem a 1ª opção (Este computador liga directamente à Internet…) e no outro computador a 2ª opção.

Caso não pretenda partilhar a Internet então deverá escolher a 3ª opção.


7- Se optar pela partilha de Internet então no computador que liga à Internet terá que escolher a ligação já existente que utiliza para se ligar à Internet, p.ex: Alcatel Speedtouch Conection (exemplo de uma ligação de um modem Adsl).

8- Escolha uma descrição do computador (nome pelo qual será reconhecido na rede).

9- Determine o grupo de trabalho (workgroup), terá que ser igual nos 2 computadores, para estes ficarem na mesma rede.

10- Escolha a opção de partilha de ficheiros e impressora.

11- Caso as opções estejam todas correctas clique em Seguinte.

12- Escolha apenas para concluir a assistente e não é necessário criar disco, etc.


No Computador Servidor de Internet teremos ainda que activar a opção Partilha de ligação à Internet e assinalar a opção Permitir a outros utilizadores da rede ligar através da ligação à Internet deste computador.





Se a ligação em rede estiver limitada ou inexistente (Sinal de perigo – triangulo com um ponto de exclamação):

1- Ligações de Rede

2- Ligação da área local ou da ligação ao modem ADSL e clique com o botão direito do rato e escolhemos Propriedades.

3- Seleccione TCP/IP e depois Propriedades.




4- Definir IPs compatíveis, p.ex:

No computador 1 – as definições que estão na figura.

No computafor 2 – IP- 100.100.100.2

Mascara – 255.255.255.0

Como criar uma rede em Barramento

Topologia física

Topologia em barramento

Um único cabo (backbone) passa por todas as máquinas, fazendo a união física entre elas. É uma topologia barata, porém lenta e muito perigosa, pois qualquer problema no cabo central ou em alguma das máquinas compromete toda a rede.


Vantagens:

•São relativamente simples de montar, pelo que foi esta a solução que imperou durante vários anos a nível de redes locais;

•São pouco exigentes em termos do tipo de equipamento e comprimento de cabos, sendo por isso baratas.


Desvantagens:

•Uma avaria no cabo (backbone), ao qual se ligam os outros computadores, invalida o funcionamento da rede (principal desvantagem);

•Pouca possibilidade de expansão, já que se o cabo backbone não for suficiente para se poderem ligar mais computadores, há que substituí-lo por outro;

•A remoção ou adição de um dispositivo à rede deve ser feita com todos os computadores desligados;

•Pode ser difícil detectar a origem de uma falha na rede.





Meio físico de transmissão com fio

Tipos de cabos

O cabeamento por par trançado (Twisted pair) é um tipo de cabo que tem um feixe de dois fios no qual eles são entrançados um ao redor do outro para cancelar as interferências eletromagnéticas de fontes externas e interferências mútuas (linha cruzada ou, em inglês, crosstalk) entre cabos vizinhos. A taxa de giro (normalmente definida em termos de giros por metro) é parte da especificação de certo tipo de cabo. Quanto maior o número de giros, mais o ruído é cancelado. Foi um sistema originalmente produzido para transmissão telefônica analógica que utilizou o sistema de transmissão por par de fios aproveita-se esta tecnologia que já é tradicional por causa do seu tempo de uso e do grande número de linhas instalad






Conectores (quantos)

- 6 conectores RJ45




Placas de rede

Características Chipset: Realtek RTL8169 SBL
Suporte:
IEEE 802.3X Full Duplex flow control
IEEE 802.1Q VLAN tagging
Wake-On-LAN e remote wake-up

Compatibilidade Windows 98SE, 2000 e XP

Interfaces conector PCI em motherboard compatível
1 x RJ45 com auto-MDI/MDI-X

Modelo LAN-LC101

Standards IEEE 802.3, 802.3u e 802.3ab

Velocidade até 1000 Mbps





Switch


Tipo Switch TP-LINK 5 Por 10/1000

Compatibilidade IEEE802.3,802.3u

Interfaces 5 x RJ45 10/100/1000 BASE-T

Conector Alimentação

Standards - IEEE 802.3 10 BASE-T
- IEEE 802.3u 100 BASE-TX
- IEEE 802.3ab 1000 BASE-T
- IEEE 802.3x flow control support

Características Redes:
• 10Base-T, UTP/ cabo STP categoria 3,4 e 5 (Até 100m)
• 100Base-TX UTP/ cabo STP categoria 5 ou 5e (Até 100m)
• 1000Base-T UTP/ cabo STP categoria 5 ou 5e (Até 100m)

Dimensões 165 x 28 x 108 mm (LxAxP)





Sistema operativo

Configurar uma rede no windows


1. Instalar o driver da placa de Rede.

Um driver é um programa que faz a interface entre o sistema operativo e o dispositivo de Hardware.
Sem o driver adequado instalado um periférico ou não funciona ou então não desempenha as funções correctamente


2. Depois de se ter instalado o driver, deve-se configurar o protocolo que vai ser utilizado pelo computador para comunicar com os outros postos da rede.

Um protocolo é um conjunto de regras que define a forma como dois computadores comunicam entre si.

Um computador que pertença a uma rede local e que tem acesso à Internet tem que ter o protocolo TCP/IP instalado.


3. Adicionar um protocolo

1. Na caixa de diálogo Rede, prima o separador Configuração e depois prima Adicionar.

2. Na caixa de diálogo Seleccionar Tipo de Componente de Rede, seleccione Protocolo e em seguida prima Adicionar

3. Na caixa de diálogo Seleccionar Network Transport, seleccione Microsoft no painel Fabricantes, e TCP/IP no painel Protocolos de Rede. Prima então OK.
Encontra-se agora de novo na caixa de diálogo Rede. Prima OK.





Aceder as propriedades de uma ligação de Rede






Adicionar um novo protocolo a uma ligação de rede

1. Na caixa de diálogo Propriedades, prima o separador Geral e depois prima Instalar.

2. Na caixa de diálogo Seleccionar Tipo de Componente de Rede, seleccione Protocolo e em seguida prima Adicionar

3. Na caixa de diálogo Seleccionar Protocolo de Rede, seleccione o protocolo que pretende. Prima então OK.
Encontra-se agora de novo na caixa de diálogo Rede. Prima OK.




Demonstração/configuração: dos protocolos e da rede

Configurar o protocolo TCP/IP

Numa rede em que o protocolo utilizado é o TCP/IP, cada computador é identificado por um número (endereço) formado por 4 grupos de dígitos:
Este número varia entre 000.000.000.000 a 255.255.255.255
Os endereços podem ser estáticos. A atribuição dos endereços a cada computador é feita pelo utilizador. Cada vez que ligamos o computador o endereço é sempre o mesmo
Ou então podem ser dinâmicos. A atribuição dos endereços é feita de forma automática por um computador da rede (servidor de DHCP) . Cada vez que um computador inicia sessão na rede pode-lhe ser atribuído um endereço diferente





Para configurar a partilha de ficheiros e impressoras em redes Microsoft


1. Abra Ligações de acesso telefónico e de rede.

2. Clique com o botão direito do rato numa ligação e, em seguida, clique em Propriedades.

3. Se esta é uma ligação de área local, no separador Geral, em Os componentes assinalados são utilizados por esta ligação, clique em Partilha de ficheiros e impressoras para redes Microsoft e, em seguida, clique em Propriedades.


Notas
• Para abrir Ligações de acesso telefónico e de rede, clique em Iniciar, aponte para Definições e, em seguida, clique em Ligações de acesso telefónico e de rede.

• Só pode configurar a partilha de ficheiros e impressoras para redes Microsoft num computador com o Windows 2000 Server.

• Para partilhar pastas locais, deve activar a partilha de ficheiros e impressoras para a rede Microsoft. Para mais informações, consulte Tópicos relacionados.






Para partilhar uma pasta ou unidade com outras pessoas


1. Abra o Explorador do Windows e, em seguida, localize a pasta ou unidade que pretende partilhar.


2. Clique com o botão direito do rato na pasta ou unidade e, em seguida, clique em Partilhar.


3. No separador Partilhar, clique em Partilhar esta pasta.


4. Para alterar o nome da pasta ou unidade partilhada, escreva um novo nome em Nome de partilha. Quando os utilizadores ligarem a esta pasta ou unidade partilhada, só aparecerá o novo nome. O nome real da pasta ou unidade não é alterado.

5. Para adicionar um comentário sobre a pasta ou unidade partilhada, escreva o texto em Comentário.

6. Para limitar o número de utilizadores que podem ligar ao mesmo tempo à pasta ou unidade partilhada, em Limite de utilizadores, clique em Permitir e, em seguida, introduza um número de utilizadores.

7. Para definir permissões de pasta partilhada na pasta ou unidade partilhada, clique em Permissões.


NOTAS
• Pode ocultar a pasta partilhada de procuras escrevendo $ como último carácter do nome de partilha. Quando os utilizadores efectuarem procuras através de O meu computador ou do Explorador do Windows, não poderão visualizar esta pasta partilhada, mas podem ligar a ela.
• No Windows 2000 Professional, o limite máximo de utilizadores é de 10 independentemente do número indicado em Permitir.





Aceder a um recurso partilhado

O acesso a um recurso da rede faz-se percorrendo todo um percurso de forma genérica –Meus locais na rede à Toda a rede à Rede Microsoft à grupo de trabalho/Domínio à Computador à Recurso partilhado.





Um método alternativo e mais rápido para aceder a este conjunto de pastas era escrever o seu endereço : \\srv_esfrl\alunospedro.

Genericamente : \\nome do computador \ caminho

Exemplo:
\\nonio02\testes\2004 à permite aceder a uma pasta partilhada no computador nonio02


Demonstração da posição dos cabos no conector

Cabo Normal

Para criar um cabo destinado a conectar os computadores ao hub (ou switch), a sequência tanto no conector do computador como no conector do hub será a seguinte:




1- Branco com Laranja

2- Laranja

3- Branco com Verde

4- Azul

5- Branco com Azul

6- Verde

7- Branco com Castanho

8- Castanho






Topologias de Rede

Estrela

Numa topologia em estrela, vamos ter uma identidade central ao sistema que tanto pode ser um server ou um simples computador munido de alguma “inteligência”.

Vantagens:

•
Maior autonomia de cada nó;
• Funções centralizadas para equipamento de diagnóstico.

Desvantagens:

•
Necessitam de uma maior quantidade de cabo;
• No caso de uma unidade central não ser um file server obriga a aquisição de uma unidade de comutação que por si só representa um gasto extra, que não se verifica em nenhuma outra topologia.





Anel

Uma rede em anel, é basicamente um conjunto de estações de trabalho ligadas a um anel de cabo. As topologias em anel são raramente utilizadas em redes locais pelo facto de não oferecerem um ponto de gestão da rede central à mesma.

Vantagens:

•
Pelo dispositivo de redireccionamento pode ser enviada a informação no sentido oposto ao normal, em caso de avaria numa linha;

• Utilizam cabo de uma forma mais eficiente e económica quando se cobre uma área geograficamente grande.


Desvantagens:

• A não existência de uma zona central para monitorização da rede.





Bus

A topologia em BUS é a forma mais simples de implantar uma rede de multi-nós. Esta topologia é limitada ao número de nós que pode suportar em cada troço.

Vantagens:

•
Utilização de uma quantidade mínima de cabo;
• As partes de hardware necessárias não são dispendiosas.

Desvantagens:

• Um cabo danificado ou um nó de inferior qualidade pode danificar uma rede inteira.





Malha

Nesta topologia todos os computadores ligam com todos, o que a torna muito complexa, e quanto mais computadores a rede tiver, mais complexa vai ser. Os dados são transmitidos a partir do nó remetente para o nó destinatário, sem que os dados passem pelos outros computadores.

Vantagens:

• Rede de baixo custo;

• Tolerância de falhas no que diz respeito ás cablagens.

Desvantagens:

• Topologia muito complexa.





Árvore

Esta topologia é baseada em hubs ou dispositivos de ligações, os quais permitem uma estruturação hierárquica de varias redes ou sub-redes.
Este tipo de rede é muito utilizada visto que permite, com grande facilidade e flexibilidade, a expansão de das redes ou de interligações de novas redes e ainda assegura o bom funcionamento e gestão do conjunto de redes assim interligadas.

Vantagens

•
Isola partes do sistema
• Pequena estruturação

Desvantagem

• Mais cabos

• Rede complexa sem isolamento

Cablagem

Meios físicos de transmissão

Com ou sem fios são os canais de comunicação pelo qual os computadores enviam e recebem informação.

Cabos

Eléctricos
Entrançados
Coaxiais
Ópticos

Cabos eléctricos (entrançados e coaxiais)

Cabos coaxiais

É um cabo constituído por um núcleo de cobre (ou alma condutora), seguido de uma camada isoladora, de uma malha destinada à ligação à terra e uma última camada protectora. São parecidos aos usados em aparelhos de televisão (fio da antena de televisão).




A: revestimento de plástico
B: tela de cobre (ligação à terra)
C: isolador dieléctrico interno
D: núcleo de cobre





Thin Ethernet (Cabo coaxial fino)
10Mbps
185 m sem Repetidor
Conectores BNC
Dois terminais




Thick Ethernet (Cabo coaxial grosso)
100Mbps
500 m sem Repetidor


Vantagens:

Fácil instalação
Barato
Resistência a interferências electromagnéticas
Taxas de transmissão razoáveis
Flexibilidade

Desvantagens:

Mau contacto
Difícil manipulação
Lento para redes com muitos computadores
Utilizado na topologia Bus

Cabos entrançados


Cabos em que cada par de fios lá dentro forma uma trança para diminuir a interferência dos outros fios do cabo. Existem vários tipos de cabo entrançados (com blindagem, sem blindagem, etc).
São uma invenção de Graham Bell (inventor do telefone).

- Usados nas linhas telefónicas, devido as boas características de transmissão têm sido largamente utilizados nas redes locais e em redes alargadas








Mais baratos que os blindados e mais práticos de instalar. São os mais usados nas redes locais





Revestidos por um plástico para proteger das interferências electromagnéticas.


Vantagens:

Fácil instalação
Barato
Instalação flexível
Usados com hubs ou switchs

Desvantagens:

Cabo curto (máximo de 90/100 metros)
Interferências eletromagnéticas


Tipos de cabos entrançados

Existem nas versões blindada (STP) e não blindada (UTP):

Cat. 3 UTP, STP 16 Mbps
Cat. 4 UTP, STP 20 Mbps
Cat. 5 UTP, STP 100 Mbps
Cat. 6 UTP, STP 155 Mbps
Cat. 7 UTP, STP 1000 Mbps





Mais exactamente, os tipos disponíveis são:

UTP (Unshielded Twisted Pair) – sem qualquer tipo de blindagem – os mais comuns.

STP(Shielded Twisted Pair) – com blindagem exterior envolvente e blindagem para cada par.

S/UTP(Screened/ Unshielded Twisted Pair) – apenas com blindagem exterior envolvente.


Que tipo de cabo devo usar?

Os tipos de cabos estão, em primeiro lugar, associados a normas para redes que estudaremos adiante.

- Os blindados apenas se justificam em ambientes onde existem aparelhos eléctricos que possam interferir nos sinais transmitidos nos cabos.


Categorias dos cabos entrançados



Cabos ópticos

Usam fibra óptica e são capazes de transmitir vários triliões de bits por segundo (Gbps).
As almas condutoras ou núcleos – que conduzem à velocidade da luz – podem ter entre 50 e 100 m de diâmetro.
Excelente meio para transmitir sinais digitais, permitem efectuar um elevado número de transmissões em simultâneo.

Tipos de Fibra óptica
Multimodo – Pequenas distâncias.
Monomodo – Grandes distâncias










Vantagens:

Velocidades altas
Isolamento eléctrico
Imune a interferências electromagnéticas
Menor perda de sinal
O cabo pode ser longo
Alta taxa de transferência
Espessura mais fina, mais leves

Desvantagens:

Muito caro (cabos, acessórios, mão de obra)
Difícil de instalar
Quebra com facilidade (quando torcido)
Difícil de ser remendado
Injustificada a utilização em redes locais.


Vantagens dos cabos ópticos em relação aos cabos entrançados

Enorme capacidade de transmissão

Imunes a interferências electromagnéticas

Taxa de erros muito baixa

Muito maiores distâncias sem necessidade de repetidores

Muito mais bits por muito menos diâmetro de cabos


Comprimentos máximos dos cabos



Construção de cabos de Redes

A montagem de um cabo par entrançado é relativamente simples. Além do cabo, precisamos de um conector RJ-45 de pressão para cada extremidade do cabo e um alicate de pressão para conectores RJ-45 também chamado de Alicate crimpador. Cuidado, pois existe um modelo que é usado para conectores RJ-11, que têm 4 contactos e são usados para conexões telefónicas.





Para quem vai precisar de muitos cabos, ou para quem vai trabalhar com instalação e manutenção de redes, vale a pena ter os recursos necessários para construir cabos. Devem ser comprados os conectores RJ-45, um rolo de cabo, um alicate para fixação dos conectores RJ-45 e um testador de cabos. Não vale a pena economizar comprando conectores e cabos baratos, comprometendo a confiabilidade.
O alicate possui duas lâminas e uma fenda para o conector. Uma lâmina que é usada para cortar o fio. Outra lâmina para desencapar a extremidade do cabo, deixando os quatro pares expostos. A fenda central serve para prender o cabo no conector (ficha RJ-45).





Corte a ponta do cabo com a lâmina do alicate do tamanho que você vai precisar, desencape (a lâmina deve cortar superficialmente a capa plástica, porém sem atingir os fios) utilizando a outra lâmina do alicate aproximadamente 2 cm do cabo. Pois o que protege os cabos contra as interferências externas são justamente as tranças. A parte destrançada que entra no conector é o ponto fraco do cabo, onde ele é mais vulnerável a todo tipo de interferência. Remova somente a protecção externa do cabo, não desencape os 8 fios.





Desenrole os fios que ficaram para fora do cabo, ou seja, deixe-os direitos e não trançados na ordem acima citada, como mostra a figura abaixo.




Corte os fios com o alicate em aproximadamente 1,5cm do invólucro do cabo. Observe que no conector RJ-45 que para cada pino existe um pequeno “tubo” onde o fio deve ser inserido. Insira cada fio em seu “tubo”, até que atinja o final do conector. Lembrando que não é necessário desencapar o fio, pois isto ao invés de ajudar, serviria apenas para causar mau contacto, deixado o encaixe com os pinos do conector “folgado”.





Ao terminar de inserir os fios no conector RJ-45, basta inserir o conector na parte do alicate (que permite introduzir as fichas RJ-45) e pressioná-lo. A função do alicate neste momento é fornecer pressão suficiente para que os pinos do conector RJ-45, que internamente possuem a forma de lâminas, esmaguem os fios do cabo, alcançando o fio de cobre e criando o contacto, ao mesmo tempo, uma parte do conector irá prender com força a parte do cabo que está com a capa plástica externa. O cabo ficará definitivamente fixo no conector. Após pressionar o alicate, remova o conector do alicate e verifique se o cabo ficou bom, par isso puxe o cabo para ver se não há nenhum fio que ficou solto ou folgado.








Uma dica que ajuda bastante e a utilização das borrachas protectoras dos conectores RJ-45 pois o uso desses traz vários benefícios com facilita a identificação do cabo com o uso de cores diferentes, mantém o conector mais limpo, aumenta a durabilidade do conector nas operações de encaixe e desencaixe, dá ao cabo um acabamento profissional.





Os alicates para crimpar cabos de par entrançado são um pouco mais baratos que os usados para crimpar cabos coaxiais. Existem alguns modelos de alicates feitos de plástico, com apenas as pontas de metal. Estes custam bem menos, mas partem-se facilmente e não oferecem a pressão adequada. Como no caso dos coaxiais, existe também a opção de comprar os cabos já crimpados, o ideal caso você não pretenda montar apenas sua rede doméstica ou da empresa e não trabalhar profissionalmente com redes.
Um problema óbvio em trabalhar com cabos já crimpados é que será quase impossível passá-los através das paredes, como seria possível fazer com cabos ainda sem os conectores.
Existe uma posição certa para os cabos dentro do conector. Note que cada um dos fios do cabo possui uma cor diferente. Metade tem uma cor sólida enquanto a outra metade tem uma cor mesclada com branco.


CABO NORMAL
Para criar um cabo destinado a conectar os computadores ao hub (ou switch), a sequência tanto no conector do computador quanto no conector do hub será a seguinte:



1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Castanho
8- Castanho


CABO CRUZADO (CROSS-OVER)
É possível criar um cabo para ligar directamente dois computadores, sem usar um hub, este cabo chama-se cabo cross-over. Logicamente este cabo só poderá ser usado caso a sua rede tenha apenas dois computadores. Neste tipo de cabo a posição dos fios é diferente nos dois conectores, de um dos lados a pinagem é a mesma de um cabo de rede normal, enquanto no outro a posição dos pares verde e laranja são trocados. Daí vem o nome cross-over, que significa, literalmente, cruzado na ponta:





- Conector 1:
1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Castanho
8- Castanho




- Conector 2:
1- Branco com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Castanho
8- Castanho


Existe um teste simples para saber se o cabo foi crimpado correctamente: basta conectar o cabo à placa de rede do computador e ao hub. Tanto o LED da placa quanto o do hub deverão acender. Naturalmente, tanto o computador quanto o hub deverão estar ligados.
Existem também aparelhos testadores de cabos, que oferecem um diagnóstico muito mais sofisticado, dizendo por exemplo se os cabos são adequados para transmissões a 10 ou a 100 megabits. Estes aparelhos serão bastante úteis caso você vá crimpar muitos cabos, mas são dispensáveis para trabalhos esporádicos.
Os cabos de rede são um artigo barato, que representam apenas uma pequena percentagem do custo total da rede. Os cabos de par entrançado podem ser comprados por 40 cêntimos o metro, enquanto os conectores custam 30 ou 40 cêntimos cada. O único artigo relativamente caro é o alicate de crimpagem.


Meios físicos de transmissão
sem fios (wireless)


Ondas no espaço (Sem fios)
Infravermelhos
Rádio
Microondas
Laser
Ondas de satélite


Vantagens

- Flexibilidade e fiabilidade;
- Mobilidade;
- Rapidez e facilidade de instalação;
- Custos reduzidos de instalação e de alteração;
Utilizadas para comunicações móveis.

Desvantagens

Maior susceptibilidade de interferências electromagnéticas;
As velocidades de transmissão são inferiores;
O preço do equipamento é mais elevado.

Exemplos de utilização

Edifícios de interesse histórico (onde os cabos de rede tornam-se pouco estéticos);

Aplicações de medicina, permitindo o acesso por terminais portáteis;

Actividades temporárias ou redes sujeitas a reconfigurações frequentes;

Extensão da rede a zonas onde não é possível ou não é viável a instalação de cablagem.


Tipos de transmissões sem fios


Por infravermelhos

Por laser

Por microondas

Por rádio

Por satélite





Infravermelhos


Podem ser utilizados em sistemas de uso doméstico (televisores, vídeos, automóveis) para transmitir sinais digitais entre computadores, tornando-se necessário que estes computadores se encontrem relativamente próximos uns dos outros.

Existem normas para transmissões entre
1.15 Mbps e 4 Mbps com alcances máximos
entre 15 m e 60 m e ainda entre 10 e 155
Mbps e com alcance de 30 m.


As desvantagens dos infravermelhos estão sobretudo na necessidade de linha de vista entre emissor e receptor (impossível interligar através de paredes) e nas distâncias longas.





Vantagens

As frequências a que trabalham não obrigam a pedidos de licença;

Privacidade – não passam através das paredes;

Componentes – não são dos mais caros (para taxas baixas).


Desvantagens

Necessidade de linha de vista entre emissor e receptor;

Altas taxas obrigam a equipamentos muito caros;

Mais susceptíveis a erros.


Laser


São, por vezes, uma boa alternativa à fibra óptica em redes locais já que permite grandes débitos e, como todas as ligações sem fios, grande mobilidade.

Há equipamentos no mercado capazes de ultrapassar os 6 Mbps até 3 km de distância.


Vantagens

Altos débitos se a poucos quilómetros de distância

Não necessita de pedido de autorização a entidades gestoras do espaço radioeléctrico


Desvantagens

Sensível a poeiras, nevoeiro, chuva, etc.

O alinhamento do emissor e do receptor é extremamente rigoroso, o que traz por vezes dificuldades no equipamento exterior


Microondas


São possíveis transmissões equivalentes às das várias Ethernets (10 Mbps a 100 Mbps) a distâncias variadas, utilizadas nas comunicações móveis.

São usadas muitas vezes para ligações entre edifícios.

As suas vantagens e desvantagens são semelhantes às dos infravermelhos.

Baixa capacidade em termos de velocidade
de transmissão





Ondas rádio


É a tecnologia mais ‘robusta’ para redes sem fios, passam através das paredes. Existe as seguintes modalidades:

WLAN (Wireless LAN) – 1 a 54 Mbps
LAN-to-LAN – 2 a 100 Mbps
WWAN (Wireless WAN) – 1 a 32 Kbps
WMAN (Wireless MAN) – 10 a 100 Kbps
WPAN(Wireless PAN) – 0,1 a 4 Mbps




Ondas satélite


Suportam uma largura de banda elevada.
Os satélites usados para telecomunicações ou transmissão de dados sob a forma digital encontram-se em orbitas a cerca de 30-40 km da superfície terrestre.

Uplinks- transmissão da terra para o satélite.

Downlinks- transmissão do satélite para a terra.


Exemplos da utilização wireless


Infravermelho – Comando de televisão (<30 metros)

Ondas rádio – Lan’s (Obstáculos emissor – receptor, caro, elevado consumo de energia)

Microondas – Man’s (não pode haver obstáculos emissor–receptor, 5Mbps)

Satélite – Wan’s (a 30-40 Kms de altitude em relação à terra)

Defenição de perifericos

Dispositivo de entrada
São dispositivos que fornecem dados para operações em um programa, também chamados de unidades de entrada (no inglês input/output - I/O).Dizendo de outra forma, um dispositivo de entrada permite a comunicação no sentido do utilizador para o computador. Também São todos os dispositivos que fornecem informação ao computador.

Dispositivos mistos
As drives, como já vimos, são dispositivos responsáveis por transmitir a informação entre os suportes de armazenamento e o processador ou a RAM.

Dispositivos de saída
São dispositivos que exibem dados e informações processadas pelo computador, também chamados de unidades de saída (no inglês input/output - I/O). Por outras palavras, permitem a comunicação no sentido do computador para o utilizador.

Configurar CD ROM

1) Um dos dispositivos mais instalados nos últimos tempos é a unidade de CD-ROM, para isto, leia atentamente o manual do fabricante de seu drive de CD-ROM, para saber como é feita a sua instalação, fisicamente falando.

2) Na maioria dos casos, a instalação é feita da mesma forma que um disco rígido, e até mesmo no mesmo flat cable em um conector de 40 furos, que não é por acaso, se encaixa perfeitamente no encaixe (de 40 pinos) existente na unidade de CD-ROM, só lembrando que o lado em destaque do flat cable (pino 1) deve ficar mais próximo do conector da fonte.

3) Uma vez conectados o flat cable e o conector da fonte na unidade CD-ROM, ao contrário das unidades de disco rígido, nem sempre será necessário informar ao ROM BIOS que você deseja instalar uma unidade de CD-ROM, mas acessando o SETUP e utilizando a funcão auto-detect hard disk é uma forma de garantir que o SETUP saiba que a unidade de CD-ROM está fisicamente instalada, e se foi instalado fisicamente e tudo correto, a parte final é feita por software.

4) Para completar a instalação da unidade de CD-ROM (em MS-DOS), você vai precisar também do programa MSCDEX.EXE existente em qualquer versão de MS-DOS, e do programa que vem no disquete de instalação de sua unidade de CD-ROM.
Copie o programa mscdex.exe para o diretório raiz da unidade C:, digite A: e tecle ENTER, use o comando copy mscdex.exe c:\, e logo a seguir aparece a mensagem: 1 arquivo (s) copiado (s).

5) Existem casos em que o disquete de instalação da unidade de CD-ROM já vem com um programa de instalação, para instalar corretamente a unidade, para isto é o suficiente digitar install, setup ou algo parecido.

6) Se o disquete não conter o programa de instalação, use os seguintes comandos para criar um programa de nome autoexec.bat que deve ficar localizado no diretório raiz da unidade de inicialização, no nosso caso é a unidade C:
Digite C: e tecle ENTER, digite cd\, para garantir que o diretório atual seja o diretório raiz.

7) Para criar o arquivo autoexec.bat digite diretamente no PROMPT do DOS:
copy con autoexec.bat e tecle ENTER, e digite:
C:\MSCDEX.EXE /D:BTCCD001 /V
rem A linha acima instala a unidade de CD-ROM

8) Para criar o arquivo config.sys digite diretamente no PROMPT do DOS:
Copy con config.sys e tecle ENTER, e digite:
DEVICE=C:\BTCCDROM.SYS /D:BTCCD001 /V

9) Reinicie o computador para que as alterações tenham efeito, ao reiniciar o computador a unidade de CD-ROM já estará instalada, para confirmar digite D: e tecle ENTER, digite DIR e tecle ENTER, aparecerá uma lista dos arquivos existentes na unidade de CD-ROM, não se esqueça de que o disco na unidade de CD-ROM deve ser de software e não de música.

Caso o CD seja de música, aparecerá uma mensagem de erro indicando que não é possível o acesso ao disco.

10) Localize o(s) programa(s) de instalação que sejam de seu interesse e faça bom uso desses programas.

11) Para saber quais os programas que podem ser executados e que estão na unidade de CD-ROM digite: D: e tecle ENTER, depois digite CD\, para garantir que o diretório atual na unidade de CD seja o diretório raiz, então digite :DIR *.EXE /S e tecle ENTER, esse comando mostrará todos os arquivos executáveis na unidade de CD-ROM.

12) Use os comandos de DOS para aceder o(s) programa(s) que são de seu interesse.